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Grupo de Análise de Presos Provisórios realiza mutirão na Unidade Prisional de Itapecuru-Mirim


Com problemas de superlotação, tentativa de fugas, mortes e rebeliões a Unidade Prisional de Ressocialização de Itapecuru-Mirim (UPR) que tem capacidade para apenas 40 presos e abrigava 157 internos, deste total 133 estavam presos provisoriamente e 24 cumpriam pena - vinte em regime fechado e quatro no semiaberto.


No período de 3 a 5 de agosto, um grupo de juízes analisou a situação processual dos presos da Unidade Prisional. Durante os trabalhos os juízes analisaram situações como, excesso de prazo da prisão e aplicação de medidas cautelares relacionadas aos presos provisórios, e recebimento de guias de execução e progressão de regime dos presos definitivos que já cumprem a pena. Ao final dos trabalhos, 26 presos provisórios foram liberados após a regularização do processo, e um dos condenados vai cumprir pena em regime aberto.

O mutirão que reuniu 120 processos de presos das comarcas do polo de Itapecuru, que inclui, além da sede, Anajatuba, Cantanhede e Vargem Grande, foi realizado pelo Grupo de Análise de Presos Provisórios (GAPP), criado pela parceria da Corregedoria Geral da Justiça e Unidade de Monitoramento Carcerário do Tribunal de Justiça (UMF) e formado pelos juízes Tereza Palhares (1ª Vara de Pinheiro) – coordenadora, Rodrigo Nina (Santa Luzia do Paurá) e Mirella Freitas (2ª Vara de Itapecuru-Mirim). Os promotores de Justiça Carla Alencar e Tiago Carvalho também participaram do mutirão, atuando pelo Ministério Público estadual.

CNJ - O mutirão cumpriu exigência do Conselho Nacional de Justiça, que determinou, por meio da Resolução nº 89/09, a revisão periódica das prisões provisórias e definitivas, com a revisão da duração e dos requisitos que levaram às prisões provisórias e o cabimento de benefícios da lei de Execução Penal nas prisões definitivas.

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